sexta-feira, 10 de junho de 2016

Aves

   As doenças dos frangos e galinhas devem ser bem conhecidas para que se proceda à desinfecção das instalações e se faça as vacinações adequadas.
A criação de frangos e galinhas em condições técnicas, sejam elas na modalidade industrial ou na modalidade das caipiras, deve ser conduzida de forma a alcançar a melhor  produção. Um dos fatores muito importantes é a sanidade das aves visando à diminuição do índice de mortalidade do plantel. As condições de higienização das instalações e dos funcionários que trabalham nas granjas é primordial. A cada chegada de um lote novo, deve ser feita a desinfecção de todas as instalações e equipamentos utilizados. Na aquisição dos frangos e galinhas, deve-se ter certeza de sua procedência para evitar a contaminação de toda uma granja. As doenças dos frangos e galinhas têm as mais variadas origens e agentes causais, como vírus, bactérias, fungos e outros. Daí a importância de se conhecer as principais enfermidades, bem como seus sintomas e formas de combate ou prevenção.

Doença de Newcastle

Causa : Vírus  - Paramyxovirus aviário tipo 1 (APMV-1).

Transmissão: O vírus é transmitido pelo ar e pode contaminar um lote de forma muito rápida.

Sintomas: Espirros, tremores, torcicolos, febre, diarreia, desidratação.

Controle: Não existe cura, fazer vacinação de forma correta.

Atenção! O contato de seres humanos com aves doentes ou com a vacina podem ocasionar conjuntivite.

Bronquite infecciosa das galinhas

Causa : Vírus  - gênero Coronavirus.

Transmissão: Através do ar. Não há a possibilidade de grande mortalidade de aves. A doença atinge o sistema respiratório e genito-urinário.

Sintomas: Diarreia, tosse, indisposição em contato com calor, dificuldade respiratória, produção de ovos com casca fina.

Controle: Fazer o manejo correto das granjas e a vacinação.

Aspergilose

Causa: Fungo – gênero Aspergillus.

Transmissão: Ocorre pela liberação de esporos em rações contaminadas.

Sintomas: Febres, diarreia em aparência esverdeada, sede, abatimento, crise respiratória com catarro.

Controle: Seu tratamento clínico é muito caro, tornando-se inviável. Cuidado na aquisição de rações e matérias-primas para a sua fabricação.

Doença de Marek

Causa : Vírus – família herpesviridae.

Transmissão: O vírus é transmitido pelo ar e pode contaminar um lote de forma muito rápida.

Sintomas: Ocorre a inflamação de células dos nervos periféricos, bem como gônadas, íris, músculos e pele. Podem se desenvolver atrofias parciais a totais.

Controle: Vacinação dos pintinhos de 1 dia.

Doença infecciosa da bolsa de Fabrício ou Gumboro

Causa : Vírus  - família Birnaviridae.

Transmissão: Ocorre por contato com outras aves, animais silvestres, ratos e até o próprio homem. Além do contato com o lixo e com o ambiente contaminado. Ataca aves jovens.

Sintomas: Falta de apetite, depressão, tristeza e morte, por consequências secundárias, da destruição da bolsa de Fabrício.

Controle: Por meio de vacinação preventiva. Deve-se evitar, ao máximo, a contaminação da granja.

Varíola ou bulba aviária

Causa : Vírus  - família Poxviridae.

Transmissão: Por moscas, piolhos, descamação de aves contaminadas e folículos de penas.

Sintomas: Surgimento de nodulações na pele das aves e nas partes descobertas. Podem ocorrer sintomas na parte superior do trato respiratório. Geralmente causa baixa mortalidade.

Controle: O manejo correto das aves e vacinação.

Salmoneloses

Causa : Bactérias – gênero Salmonella.

Transmissão: Por meio de rações e aves contaminadas, ou ainda, o próprio homem.

Sintomas: Tifo Aviária – só é detectada por exame laboratorial. Causa diarreia, anorexia, asas caídas, produção reduzida de ovos, bem como deformação. No caso de pulorose, o fígado, o baço e o rins se encontram inchados.

Controle: É feito com antibióticos, quando viável. Deve-se obter pintinhos de boa procedência e rações de fabricantes idôneos. Deve-se incinerar todas as aves mortas ou contaminadas. O homem também pode transmitir a doença.

Estas são algumas das principais doenças das aves comerciais. A prevenção, feita com a higienização de equipamentos e a desinfecção do ambiente, além da instalação de pedilúvios, são de extrema importância para a condução do ambiente aviário. Um programa de vacinações das aves bem feito, banhos para prevenir parasitas externos e uma farmácia bem montada são medidas de importância fundamental. O acesso de pessoal não autorizado, o uso de uniformes, botas e demais equipamentos utilizados por funcionários também merecem cuidados especiais. Na dúvida ou em casos graves, consulte sempre um médico veterinário.
Principais VIROSES:

Doença de Newcastle: Altamente contagiosa, afeta aves em qualquer idade. O vírus pode pode afetar e causar lesões no sistema digestivo, respiratório e nervoso, causando alta mortalidade.Aves com a doença de Newcastle na forma respiratória reduzem o consumo de alimentos e apresentam espirros, dificuldade em respirar, conjuntivite e, às vezes, inchaço da cabeça.Aves em produção de ovos reduzem bruscamente a produção. Na forma digestiva a doença pode provocar diarréia com presença de sangue e mortes repentinas sem nenhum sinal e as lesões se concentram no sistema digestivo caracterizando-se, principalmente, por úlceras e hemorragias.Na forma nervosa, que pode ou não estar associada à forma respiratória, observa-se a paralisia de pernas e asas, incoordenação, torcicolo e opstótomo.As melhores maneiras de controle consistem na VACINAÇÃO, isolamento dos casos e higiene impecável. Observação: o vírus da Newcastle pode provocar conjuntivite no ser humano, portanto cuidado ao manusear aves suspeitas, doentes ou vacinas.

Bronquite infecciosa: Doença que afeta somente galinhas e apresenta a forma respiratória em aves jovens, apresentando mortalidade elevada e sinais respiratórios semelhantes à Newcastle. Na galinha adulta em produção a forma preocupante é a genital, pois afeta  postura tanto em qualidade como em quantidade dos ovos que se apresentam com casca mole, sem casca, perda de cor da gema e a clara mostra-se liquefeita. Também a vacinação é a melhor estratégia para prevenir.

Bouba aviária: Também conhecida por epitelioma contagioso, varíola das aves, difteria, "caroço", "pipoca"e "bexiga", afeta todas as aves e em qualquer idade, ocorrendo com maior freqüência no verão devido à proliferação de mosquitos que disseminam o vírus de local para local, picando e sugando as aves. Quando a bouba infecta a pele, aparecem os nódulos nas regiões desprovidas de penas (crista, barbelas, em volta do bico e dos olhos). Quando afeta a garganta (forma diftérica), há  formação de placas que podem se alastrar causando dificuldades para respirar, perda de apetite, prostação e mortalidade elevada. Também o melhor controle se faz com a VACINA, que pode ser aplicada logo ao nascer.

Doença de Marek: É uma neoplasia de origem viral que afeta aves jovens, caracterizando-se pela presença de tumores que podem ser encontrados nas vísceras das aves (Marek visceral), no sistema nervoso central e periférico (Marek neural), na pele (Marek cutânea) e no globo ocular (Marek ocular). Os sintomas de quase todas as formas levam a ave à prostação, paralisia e morte elevada. A vacina também pode ser dada com 1dia de nascidos os pintos.

Leucose linfóide: Assemelhada à doença de Marek, apresenta tumores internos de tamanhos variados e cor esbranquiçada, afetando aves adultas e com baixa mortalidade. É uma doença não contagiosa, de característica genética, devendo o indivíduo portador ser eliminado como reprodutor.

Encefalomielite aviária: Afeta e infecta aves adultas e jovens, mas somente as jovens, até 8 semanas de idade, desenvolvem a doença que é caracterizada por tremores e paralisia do pescoço e cabeça. Nas aves em produção há queda brusca de postura. Existe a vacina, principalmente para indivíduos destinados à reprodução.


PRINCIPAIS BACTERIOSES:

Colibacilose: Doença comum na avicultura, causando grandes prejuízos. A bactéria encontra-se nos intestinos de aves e mamíferos, sendo eliminada com as fezes. Portanto higiene é fundamental como sempre nos ambientes de criação.Os pintinhos podem nascer contaminados devido à contaminação das cascas dos ovos ou ainda, contaminar-se no pinteiro. Os sintomas: onfalite, aerosaculite, pericardite, perihepatite e peritonite.Os sintomas também podem estar localizados nas articulações, causando artrite e ou no oviduto, causando salpingite.Pela gravidade e difusão de sintomas, é doença que pode causar grande mortalidade. A higiene e desinfecção periódica das instalações é a melhor maneira de prevenir esta doença.

Salmonelose: Esta doença é uma das mais preocupantes pois pode representar problemas para o ser humano, pois as salmonelas infectam tanto mamíferos quanto aves, apesar de haver salmonelas específicas para cada caso, havendo entretanto, salmonelas consideradas não específicas. As principais são a pulorose, que afeta aves jovens, e o tifo aviário, que afeta principalmente aves adultas. As salmonelas não específicas causam o paratifo aviário. As salmonelas são altamente patogênicas para mamíferos e aves, causando alta mortalidade. Seus sintomas se confundem com com outras bacterioses, como a colibacilose e a diferenciação é feita com o isolamento e identificação da bactéria. O controle mais uma vez envolve higiene rigorosa e eliminação dos focos (aves portadoras da bactéria).

Micoplasmose: Altamente contagiosa, afeta aves de todas as idades apesar da baixa mortalidade. Seus sintomas podem ser: artrite e espirros.Como sempre a higiene e eliminação dos portadores é o controle eficaz.

Coriza infecciosa: Doença altamente contagiosa afeta aves em todas as idades, sendo a vacina a forma mais efetiva de controle.Ataca principalmente as vias aéreas e seus sintomas são espirros, conjuntivite, inchaço facial (sinusite). Evitar correntezas de ar e friagens pois costumam agravar os sintomas.

Pausteurelose: Também conhecida como septicemia hemorrágica e cólera aviária, infecta aves com mais de 6 semanas, provocando alta mortalidade. As carcaças de aves que morreram da doença são são o principal meio de infecção pois os roedores e outros animais levam a bactéria e a disseminam entre as criações. A bactéria pode permanecer na carcaça e no solo por até 3 meses. Seus sintomas são: febre, sonolência, congestão ou cianose de cristas e barbelas e morte repentina.O controle dessa doença baseia-se no combate aos ratos e roedores silvestres pois são considerados seus vetores além da higiene e desinfecção periódica das instalações. Também as vacinas aplicadas entre 10 / 16 semanas de idade (duas aplicações com intervalo de de 2 - 4 semanas) podem ajudar mas os resultados não são 100% garantidos, portanto mais uma vez a prevenção consiste em muita higiene e controle de entrada de novos indivíduos no plantel ( quarentena).

Botulismo: Causado pela toxina produzida pela bactéria  Clostridium botulinum, é muito freqüente nas criações de fundo de quintal devido ao hábito de fornecer sobras de comida caseira para as aves. As aves que ingerem a toxina existente na matéria orgânica em decomposição apresentam um quadro de paralisia flácida e morte repentina. No controle da doença deve-se evitar exatamente fornecer alimentação passível de desenvolver essas bactérias.

Estafilocose:  A estafilocose aparece na forma difusa (septicemia) com mortalidade elevada, ou , na forma localizada, caracterizada por artrite e abscesso no coxim plantar, podendo afetar aves em qualquer idade. Higiene e desinfecção são as formas de controle mais eficazes.

Borreliose: Doença transmitida por carrapatos comum em criações de aves caipira.Sintomas: Palidez, anorexia, fezes esverdeadas e morte. O controle consiste em eliminar os ectoparasitas, principalmente os carrapatos.

Ornitose: A mesma doença é chamada de psitacose quando afeta psitacídeos (papagais,etc), clamidiose quando afeta o homeme ou outros mamíferos e de ornitose quando afeta aves não psitacídeas.A doença é muito grave de diagnóstico e tratamento difícil. Sintomas: dificuldades respiratórias, gastroenterite e morte. Exige o máximo de cuidados no manuseio dos cadáveres e carcaças pois é altamente contagiosa. É útil nesses casos o crematório.

Tuberculose: Causada pelo Mycobacterium avium, afetando principalmente aves adultas, principalmente as de criação caipira e de zoológico, sendo os suínos a fonte de contaminação para as aves. Os sintomas são dificuldade respiratória, palidez e manqueira. Como os bacilos são eliminados nas fezes e nos ovos, podem constituir um grave problema de saúde pública. As aves positivas devem ser eliminadas e incineradas.

Aspergilose: Doença infecciosa das aves jovens em geral, provocada por fungos (môfo) e capaz de causar grande mortalidade.A contaminação pode ocorrer durante a eclosão dos ovos, nos ninhos, nas criadeiras ou até nas granjas (cama e alimentos). Deve ser controlada evitando-se qualquer vestígio de fungos nas instalações e principalmente na sacaria de ração ou cereais de alimentação. Procure sempre comprar ração dentro do prazo de validade indicado na sacaria e armazene sempre em lugares isentos de umidade. Em caso de suspeita de contaminação, não forneça a alimentação às aves.
PRINCIPAIS PARASITOSES

Coccidiose: É uma doença causada por parasitas que provocam lesões nos intestinos, podendo variar desde pequenas irritações até lesões mais graves, com hemorragias e necrose, além de alta mortalidade. Sintomas: perda de peso, despigmentação e diarréia com ou sem sangue. As aves se contaminam ao ingerir ovos (oocistos) maduros através da cama, ração ou água contaminados. Os oocistos são introduzidos na criação por equipamentos, homem, animais e insetos. O controle consiste em higiene e desinfecção e uso de drogas coccidiostáticas(normalmente já presentes em rações de boa qualidade).
Entero-hepatite: A doença é também chamada de cabeça negra dos perus ou histomoníase. Afeta principalmente perus jovens causando lesões necróticas nos cecos e fígado, com mortalidade elevada. Apesar de ser doença dos perus é importante estar alerta no caso de haver contato com essas aves e o plantel de galinhas.

Verminoses e ectoparasitoses: As verminoses são provocadas por diferentes formas de vida (parasitas) que usam os seus hospedeiros para retirar deles o seu sustento, afetando o desenvolvimento e a produção e levá-los até a morte.As ectoparasitoses mais frequentes são causadas por dermanissos, ornitonissos, sarna, carrapatos, percevejos, moscas e mosquitos. A Ectoparasitose pode debilitar as aves e predispô-las a outras doenças, portanto um controle efetivo deve ser feito pulverizando-se as instalações com inseticidas que tenham boa ação residual, evitando-se também a superpopulação de aves. Um programa de vermifugação deve ser instituído periodicamente e, no caso de dúvidas, encaminhar as fezes ou o parasita para identificação.

DOENÇAS DE ORIGEM NUTRICIONAL OU METABÓLICA

Diátese exsudativa: As aves mostram-se com edemas e hemorragia de tecido subcutâneo nas regiões baixas do corpo. A doença está relacionada com com deficiência de vitamina E e selênio. Pode ser controlada adicionando-se antioxidante às raçôes e a reposição desseselementos.
Encefalomalácia nutricional: As aves afetadas mostram-se com incoordenação motora, prostração e morte.As lesões se encontram principalmente no cerebelo, que pode estar aumentado de tamanho e com hemorragia.A principal causa é a deficiência de vitamina E que deve ser adicionada à água de beber e melhorar a qualidade de alimentação fornecida.

Raquitismo: É uma doença carencial causada por deficiência de cálcio, fósforo ou vitamina D, podendo afetar o esqueleto como um todo, apresentando deformidades e consistência de borracha.Suplementos minerais além de boa alimentação evitam esses sintomas. O sol também ajuda na recuperação e prevenção do raquitismo.

Micotoxicoses: São doenças causadaspor ingestão de alimentos contaminados por micotoxinas. A principal fonte de micotoxina para a ave é o milho e/ou a ração.As micotoxinas são produzidas por fungos, portanto qualquer aparência de contaminação (porções azuladas ou mofadas) no milho ou ração devem ser imediatamente descartadas. As aves apresentam sintomas de palidez, pouco crescimento, diarréia, hemorragia, alteração nos ovos e morte.

Ascite: A ascite caracteriza-se por acúmulo de líquido na cavidade abdominal, relacionada com lesões hepáticas, cardíacas ou pulmonares.Os quadros de ascite nas criações caipiras ou aves silvestres estão associados com processos neoplásicos (doença de Marek ou leucose linfóide) ou com lesões de fígado por micitoxina.

MÉTODOS DE CONTROLE DAS DOENÇAS AVIÁRIAS

Isolamento: O isolamento tem como finalidade impedir que os agentes infecciosos penetrem no ambiente das aves.Esse isolamento deve ser uma preocupação por ocasião da construção dos aviários, recomendando-se que sejam isolados de ouros criatórios e que se controle o acesso de homens e animais. Outras instalações que devem ser pensadas são os locais para a quarentena, onde os novos indivíduos adquiridos ou de fora possam ser alojados por um período máximo de 10 dias para observação e até vacinação preventiva, antes de manterem contato com as aves já presentes no plantel.
Higiene: A higiene tem como finalidade prevenir doenças e preservar a saúde. Podemos observar que quase todas as doenças dependem de higiene para não se desenvolverem. Por tudo o que foi escrito e lido achamos que este é o ponto mais importante para quem quiser ter sucesso na sua criação. A higiene não está restrita apenas aos ambientes mas a todos os utensílios, comedouros, bebedouros, poleiros etc..e deve ser feita de 15 em 15 dias ou menos com água e creolina a 2%. Também a caiação dá bons resultados: 20 litros de água + 1.5kgs. de cal extinta e 100ml de creolina. Pulverizações com formol ou Lysoform bruto também são úteis.

Vacinação: Apresentamos a tabela logo no início deste tema por acharmos de importância crucial na sobrevivência de nossas aves, tendo em vista o tráfego que as aves de competição e exposição realizam. Além do que,as aves vacinadas passam para os pintos os anti-corpos para os primeiros dias de vida. Os métodos de vacinação e suas peculiaridades estão na tabela no início desta matéria. Esperamos que todos dêem a máxima importância a tudo que foi exposto e conduzam suas atividades dentro destes critérios que só irão valorizar as criações e credenciar os criadores.
Galinhas pode passar a doença para os seres humanos . Em particular , a transmissão da gripe das aves e as bactérias são de grande preocupação . Galinhas vivas podem passar a gripe das aves para os seres humanos e infecções bacterianas podem ser transmitidas através do contato com as aves. Infecções por estafilococos e intoxicação alimentar pode ser contratado se os procedimentos de manipulação de alimentos adequados não forem seguidas. Devidamente cozinhar frango remove parte do risco, mas não elimina todos os riscos . Cuidados devem ser utilizadas quando em contato com galinhas. Salmonella
Salmonella é o tipo mais comum de infecção bacteriana que os seres humanos podem contrair a partir de galinhas. É uma bactéria intestinal que ocorre normalmente , no entanto, quando uma galinha é mantido sob condições estressantes o equilíbrio no intestino fica fora de sintonia . Salmonella é transmitida de frango ao ovo durante a formação do reservatório. É também reside no interior do corpo do frango . Procedimentos de manipulação segura dos alimentos minimizar o risco .
Campylobacter Enteritis
Campylobacter enterite é outra bactéria que causa intoxicação alimentar em humanos. Ele é transmitido de frango para a saúde humana , geralmente através de carne mal cozida. Esta bactéria é muito suscetível ao calor. Temperaturas de cozimento adequados e tempo são métodos extremamente importantes de manter campylobacter enterite sob controle.
Staphylococcus Aureus
Comumente referido como uma infecção por estafilococos , Staphylococcus aureus pode ser transmitido a partir de galinha cru para os seres humanos , bem como a partir de frangos vivos para os seres humanos . Uma vez staphylococcus aureus é contratado, os seres humanos podem se espalhar para os outros seres humanos , uma vez que é altamente contagiosa.
Gripe aviária
Esta é uma infecção viral grave que tem muitas pessoas preocupadas . Alguns médicos acham que a gripe das aves será a próxima pandemia de gripe. Existem duas estirpes de gripe aviária de particular preocupação. Ambos H7N7 e H5N1 são comprovados para passar de aves para seres humanos. O primeiro foi anotado em um surto em 1997 na Holanda. Quase 100 pessoas foram infectadas com este vírus , como resultado do contato direto com frangos e aves de capoeira . O H5N1 é mais recente. Identificado pela primeira vez em 2004 , continua a ser uma preocupação mundial .

Considerações
práticas atuais de grande escala avicultura são parte do problema associado com a transmissão da doença de frango para os seres humanos . Criação de galinhas em bairros extremamente próximas não é saudável e promove a propagação acelerada da doença. A redução do número de frangos por edifício e aderindo às diretrizes de manuseio de alimentos adequados reduz muito os surtos de doenças transmitidas de aves para humanos.

doenças transmitidas por pombos Doença do pombo: principais doenças que os pombos transmitem
Os pombos parecem aves inofensivas, mas transmitem diversas doenças para os seres humanos que precisam ficar atentos para não serem contaminados.

Eles vivem em locais onde há restos de alimentos, como sementes e grãos, além de insetos e minhocas. Nas grandes cidades, estão em todos os lugares, já que há uma abundância de lixo, que também serve de alimento para pombos famintos.

A Criptococose é a principal doença transmitida pelos pombos, que contamina as pessoas através da inalação de fungos que estão presentes nas fezes deste animal. Ela ataca o pulmão e pode chegar também ao sistema nervoso central, ocasionando sintomas como dor de cabeça, sonolência e febre. Em alguns casos, pode causar até meningite. Cerca de 30% das pessoas infectadas morrem.

Outra doença comum é a histoplasmose, também transmitida pelos fungos das fezes dos pombos. Ela origina uma micose muito profunda que chega a afetar os órgãos internos do ser humano.

A salmonelose, outra doença ligada aos pombos, apresenta os sintomas de uma intoxicação alimentar, principalmente de carne contaminada. Ela causa diarreia e outras dores abdominais.

Os pombos também podem transportar alguns micro-organismos nas penas. Por causa disso, podem causar dermatites caso entrem em contato com os seres humanos. As dermatites causam muita coceira, infecções e até se transformam em alergias que afetam o sistema respiratório.

A melhor forma de evitar a contaminação de doenças transmitidas pelos pombos é não criar condições para a proliferação da ave perto de residências, não dando alimento e água. Manter forros, calhas e telhas sempre limpos também ajuda muito quando o objetivo é afastar essas aves de sua família.

Jamais entre em contato com pombos sem nenhuma proteção, pois mesmo depois de mortos, eles podem transmitir doenças, causar alergias e contaminar os ambientes.
Apesar de ser um animal simpático e símbolo da paz, o pombo pode trazer vários riscos  à nossa saúde. Várias doenças estão associadas ou são transmitidas pela ave, veja algumas:

Criptococose doença causada pelo fungo Cryptococus neoformans. É transmitida pela inalação da poeira contendo fezes secas de pombos e canários. Compromete o pulmão e pode afetar o sistema nervoso central, causando alergias, micose profunda e até meningite subaguda ou crônica. Seus sintomas são: febre, tosse, dor torácica, podendo ocorrer também dor de cabeça, sonolência, rigidez da nuca, acuidade visual diminuída, agitação e confusão mental.

Histoplasmose transmitida pela inalação do esporo do fungo Histoplasma apsulatum encontrado em fezes secas de pombos e morcegos. Causa uma micose profunda e seus sintomas variam desde uma infecção assintomática até febre, dor torácica, tosse, mal estar geral, anemia, etc. É uma doença que vai depender do estado de saúde do indivíduo, podendo assim se desenvolver ou não.

Salmonelose causada pela ingestão de ovos ou carne contaminados pela bactéria Salmonella sp presente nas fezes de pombos e outros animais. Gera uma toxinfecção alimentar com sintomas como febre, diarréia, vômitos, e dores abdominais. Suas fezes, em contato com alimentos como verduras, frutas, podem acarretar nessa doença.

Ornitose também conhecida como psitacose, é transmitida por via oral por meio da poeira contendo as fezes secas de aves (pombo, arara, papagaio, perus) e infectadas pela Chlamydia psittaci. O indivíduo infectado pode apresentar febre, vômito, calafrio, mialgia, tosse, cefaléia, acompanhada por comprometimentos das vias aérea superiores e inferiores. Essa doença é oportunista, isto é, depende do estado de saúde do indivíduo.

Dermatites parasitose causada pelo piolho do pombo (ácaros, Ornithonyssus sp.), que provoca erupções na pele e coceiras semelhantes às de picadas de insetos.

Alergias ocasionadas pela inalação de penugens de pombos ou de um ar rico em poeira das fezes dos pombos. Pode causar rinites, ou crises de bronquite em pessoas sensíveis.

Toxoplasmose é uma protozoonose de distribuição mundial. É uma doença infecciosa, congênita ou adquirida, causada pelo protozoário Toxoplasma gondii . Ocorre em animais de estimação e de produção, incluindo suínos, caprinos, aves, animais silvestres, gatos e a maioria dos vertebrados terrestres homeotérmicos (bovinos, suínos, cabras, etc.). Acarreta seriamente nas gestações gerando abortos e nascimento de fetos mal formados.

Psitacose também conhecida como ornitose ou febre dos papagaios, é uma doença infecciosa causada por clamídias (agente etiológico: Chlamydia psittaci), é de distribuição universal (pode ocorrer em qualquer lugar do mundo), ocorrendo em qualquer época do ano

A forma mais comum de infecções causadas pelos pombos, é feita pelas vias respiratórias, através da inalação das fezes secas depositadas nos mais variados lugares, como em carros, chãos, janelas e calçadas. Porém outro modo de contaminação bastante comum é através do piolho dos pombos que podem cair sobre as pessoas quando eles voam.
Assim como os humanos, esses animais precisam de três fatores para sobreviver: água, alimento e abrigo. Justamente por isso, costumam viver perto da população porque é ela que fornece esses elementos nas frestas das casas, porões, sótãos ou até mesmo por deixar comida acessível no lixo ou aberta na despensa.

Por isso, a dica é afastá-los, eliminando esses fatores de sobrevivência como uma maneira de prevenção de doenças. Além de não oferecer abrigo, alimento e água, vedar espaços e vãos, usar abrigos controlados e colocar o lixo no local adequado também são medidas que podem ajudar bastante. Colocar espantalhos, papel laminado, CDs ou equipamentos sonoros nas janelas não resolvem o problema.

Se mesmo com essas medidas a população de pombos estiver fora de controle, chame quem entende do assunto: a Sampex Dedetizadora dispõe de recursos e métodos para acabar com os pombos sem danos ao meio ambiente.

Uma informação importante é com relação ao caráter zoonótico (doenças que passam dos animais para o homem) de algumas doenças respiratórias das aves, principalmente a Psitacose (Chlamydia psittaci) e a tuberculose (Mycobacterium avium).

A Psitacose é uma doença respitatória que acomete as aves e que pode transmitir-se para o Homem, através do contato com as suas secreções e aerossóis.
Os principais sintomas nas aves são: diarréia, falta de apetite, depressão, espirros, descarga nasal mucopurulenta, sinusite, respiração difícil, conjuntivite, podendo apresentar também quadro neurológico.

No homem, os sintomas são parecidos com uma gripe bem forte com pneumonia, ocorrendo principalmente em pessoas imunossuprimidas (com resistência baixa).

Outra doença em ascensão nos dias de hoje, principalmente com o surgimento da AIDS, é a Tuberculose (Mycobacterium avium) no caso das aves, e Mycobacterium tuberculosis no caso do homem. No entanto o Mycobacterium avium é uma zoonose que pode acometer o homem, por contato inadequado (muito íntimo) com a ave, pois a transmissão se faz através das fezes, secreções e de aerossóis. Os sintomas dessa doença na ave costumam ser inespecíficos.
A maioria das doenças que podem afetar nossas aves ou psitacideos em geral, pode nos contaminar também, ou seja, são zoonóticas! Normalmente pegamos isso por respirar as fezes secas ou o contato direto com a saliva das aves.

Quanto as fezes secas, o mais prejudicial é o pó que sobe quando trocamos o papel da gaiola. Para evitar isso, eu já faço a algum tempo o seguinte:
Com um borrifador com água, molhe a folha suja e, somente após isso, dobre-a e jogue fora. Não precisa usar máscaras , luvas, é só higienizar bem as mãos, mas se desejar use.
Ornitose: doença que as aves podem transmitir aos humanos
Aves domésticas, como as calopsitas, podem ser fonte de agentes infecciosos causadores de doenças nos humanos.
Aves domésticas podem transmitir doenças se não forem tomados cuidados com a sua saúde e higiene. A ornitose é uma das doenças que podem ser transmitidas entre as aves e humanos, mas pode ser evitada com manejo adequado e medidas simples de higiene. Saiba mais como prevenir essa zoonose.
O agente causador da ornitose é a Chlamydia psittaci, um tipo de bactéria que existe naturalmente nas aves. Quando a doença acomete psitacídeos, que são as aves de bico curvo, como os periquitos e as calopsitas, pode ser denominada de psitacose. A doença também é conhecida como clamidiose das aves, que podem manifestar os sintomas quando submetidas a condições de stress ou situações que causem baixa imunidade, tipo variações bruscas de temperatura ou quando há muitas aves confinadas em um espaço sem ventilação adequada.

Os sintomas da doença nos pets são geralmente são dificuldade de respirar e diarreia.  Se não tratada, a doença é fatal para as aves. A contaminação ocorre por meio da aspiração de poeira e penas secas contaminadas por dejetos de aves doentes.  A transmissão da doença das aves para os humanos ocorre por via respiratória. A bactéria permanece incubada no corpo do humano infectado por até quatro semanas. Os sintomas que podem ocorrer são dores de cabeça, febre, tosse e pneumonia. Qualquer pessoa que lide diretamente com as aves pode ser acometida por essa doença.

Sempre mantenha o ambiente limpo das fezes, nunca deixe acumular restos de penas e evite que aves "de rua", como os pombos e pardais, fiquem por perto, pois eles podem ser portadores do agente causador da ornitose.

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Aves doentes podem ser tratadas, mas, após a recuperação, a imunidade dura pouco e elas podem ficar adoecer novamente. Qualquer anormalidade observada, procure orientação de um médico veterinário especializado em aves.


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